Molde sapo em eva!


A pedido da professora Janice, este molde de sapo é da Jacirinha, não foi feito por mim, Liza.

Como abreviar corretamente datas e horas?


Datas

Existem três possibilidades para abreviar a grafia de datas:

com traço: 28-12-1945

com barra: 12/11/2002

com ponto: 21.10.2004

Observações:

Os números cardinais devem ser escritos sem ponto ou espaço entre o milhar e a centena: 1999 (e não 1.999); 2002 (e não 2.002).

O ano pode ser registrado com os dois últimos dígitos: 12/11/02.

- O primeiro dia do mês deve ser escrito assim: 1º (e não 1). Exemplo: 1º/5/02 ou 1º/05/02.

O emprego de zero antes do dia ou do mês formado de um só algarismo não é de rigor: 02/02/99 ou 2/2/99.

Atualmente, no entanto, a anteposição de um zero é prática corrente, pois atende a objetivos estéticos. E é sempre aconselhável, quando se quer evitar fraude.

Horas

Hora redonda: 8 horas; 9 horas; etc. Ou 8h; 9h; etc. (sem "s" e sem ponto depois de "h").

Hora quebrada: 8h30min; 9h43min, etc. (sem dar espaços entre os elementos e sem usar ponto depois de "h" e "min").

Saiba Mais:

1. A grafia com dois pontos, como em

08:00

09:00

10:05

13:20

é usada em áreas específicas, como em anotações de programação com horários em seqüência, de passagens, competições, agendas, horários anunciados pela televisão, etc.

2. Dias, horas, crase e paralelismo
Escreva assim:

De segunda a sexta-feira

De terça a quinta-feira

ou

Da segunda à sexta-feira

Da terça à quinta-feira

Não escreva assim:

De segunda à sexta-feira

De terça à quinta-feira

Escreva assim:

De 9h a 11h

De 8h30min a 11h30min

ou

Das 9h às 11h

Das 8h30min às 11h30min

Não escreva assim::

De 9h à 11h

De 8h30min à 11h30min

9h às 11h

8h30min às 11h30min

14 de Novembro: Dia Mundial do Diabetes




Dia 14 de novembro é o Dia Mundial do Diabetes – 150 países, inclusive o Brasil, estão realizando ações para conscientizar as pessoas sobre a importância desta doença que tem atingido cada vez mais jovens. Eles são, inclusive, o tema da campanha desse ano de 2010, uma vez que mais de 200 crianças desenvolvem diabetes a cada dia. Os números são mesmo alarmantes: segundo estimativa recente da International Diabetes Federation (IDF) há cerca de 250 milhões de diabéticos (adultos, jovens e crianças) no mundo. Em 2025, este número deve chegar a 380 milhões. Só no Brasil, são contabilizados 11 milhões de portadores da doença, considerada uma das principais causas de mortalidade no mundo – quase quatro milhões morrem, a cada ano, devido às complicações do diabetes não controlado. Por isso, a detecção precoce da doença é vital.




O diabetes se caracteriza pela ausência (diabetes tipo I) ou pela irregularidade (diabetes tipo II) da produção de insulina pelo pâncreas, um hormônio que permite o aproveitamento, pelas células, da glicose (açúcar) contida nos alimentos, transformada então em energia para o organismo desempenhar suas funções. Se a glicose não é absorvida, começa a ser acumulada na corrente sanguínea, gerando a hiperglicemia – taxa alta de açúcar no sangue – que pode causar muitos problemas de saúde, como nefropatia (doença renal), cegueira e doenças do aparelho cardiovascular (infarto e acidente vascular cerebral, por exemplo).

O diabetes tipo I está relacionado à genética, à história familiar, e acomete muitos jovens. Já o tipo II é o mais comum, respondendo por mais de 90% dos casos da doença, e atinge pessoas geralmente acima dos 40 anos. “A genética também é uma causa importante, mas o diabetes tipo II está intimamente associado ao estilo de vida moderno. O sedentarismo, os maus hábitos alimentares e a obesidade são fatores fortíssimos que predispõem o aparecimento deste tipo de diabetes. É por isso que estamos vendo cada vez mais jovens vítimas dessa forma da doença”, alerta João Régis Carneiro, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes.

Estima-se que para cada paciente diagnosticado como diabético existe outro que não sabe ser portador da doença, o que configura um perigo muito grande, pois muitos estão hoje convivendo com o diabetes sem receber qualquer tipo de tratamento. Entre os diversos sintomas resultantes do excesso de glicose na circulação sangüínea podemos citar: urinar em excesso várias vezes ao dia e também à noite, sentir sede excessiva, aumento do apetite, ter perda de peso, sentir cansaço extremo, câimbras, dormência nas extremidades, boca seca e visão turva. “Pacientes com diabetes tipo II podem apresentar sintomas menos evidentes. Daí a possibilidade de ficarem anos sem diagnóstico”, destaca João Régis Carneiro.

Mas a detecção da doença é simples. Além de avaliar os sintomas externos, é necessário fazer um exame de sangue, em jejum, para checar a dosagem de açúcar na corrente sangüínea. “Uma pessoa normal terá taxa inferior a 100mg de glicose por decilitro (dl). Entre 100 mg/dl e 126 mg/dl, o indivíduo é diagnosticado como intolerante à glicose, ou seja, não é diabético mas também não pode ser considerado normal. A partir de 126 mg/dl o diagnóstico de diabetes pode ser estabelecido desde que repetido ou confirmado pelos sintomas externos”, explica o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes.

O tratamento da doença é igualmente simples. Os diabéticos do tipo I, aqueles cujo organismo parou de produzir insulina, são tratados através da administração subcutânea deste hormônio. “Existem vários tipos de insulina. Hoje, as formas de aplicação são muito facilitadas por modernos aplicadores: canetas especiais ou até mesmo bombas de infusão portáteis. No caso do tipo II, existem muitas medicações que podem agir tanto estimulando a produção de insulina pelas células beta do pâncreas, como também facilitando a ação da insulina nos tecidos”, explica o médico João Régis Carneiro.

Outro cuidado essencial é o com a alimentação, mas não pense que isso significa uma restrição especial, porque na verdade a dieta do diabético se aproxima cada vez mais da dieta de uma pessoal normal. Não existe mais essa história de cortar carboidratos, não há mais impedimentos radicais. “Nosso organismo precisa de todos os nutrientes, sendo que os carboidratos – cenoura, pão, arroz, batata, etc – devem representar 40% das calorias que ingerimos. Mas fast food, bolos, biscoitos e demais guloseimas, nem pensar! Eles não podem substituir refeições ou serem ingeridos freqüentemente pelos diabéticos e nem pelas pessoas saudáveis. De vez em quando até vai, mas é preciso dosar as quantidades”, esclarece a nutróloga Ellen Simone Paiva, do Centro Integrado de Nutrição (Citen), em São Paulo.

Segundo ela, o importante é que o diabético siga, também, uma alimentação balanceada que mantenha seu peso ideal (80% dos portadores da doença estão acima do peso). A nutróloga enfatiza, além disso, a importância dos horários das refeições. “É essencial ter horários para comer e não pular refeições, ajudando a regular e manter o nível de açúcar no sangue sempre estabilizado”, aconselha Ellen Simone Paiva.

Se o diabetes for controlado, o portador da doença pode levar uma vida absolutamente normal. Pode viajar, namorar, trabalhar, ser atleta ou o que for. Basta apenas ter disciplina, cuidar da alimentação, não fumar, ingerir álcool de forma moderada e praticar uma atividade física adequada regularmente e com acompanhamento profissional – recomendações que se estendem, afinal, a todas as pessoas, diabéticas ou não.

O Dia Mundial conta com o apoio da ONU (Organização das Nações Unidas), que assinou, em 2006, uma Resolução que reconheceu o diabetes como uma doença crônica, debilitante e de alto custo, principalmente quando associada a complicações severas. A SBD apóia a campanha mundial e colabora divulgando as várias ações e atividades que acontecem pelo Brasil.


O Símbolo:
Por que um círculo azul?


A campanha para a Resolução das Nações Unidas sobre Diabetes foi liderada pela Federação Internacional de Diabetes (IDF). Ela é representada por um ícone simples, que pode ser facilmente adaptado e usado em todos os lugares. O ícone clama a união pelo diabetes e simboliza o apoio à Resolução das Nações Unidas sobre Diabetes.

O Conceito
Desde o início, a IDF buscou um símbolo simples, de modo a facilitar a reprodução em larga escala e facilitar o uso para qualquer pessoa que quisesse dar apoio à campanha. A ideia era ser algo tão simples, que uma criança pudesse desenhar com um giz de cera. O ícone pode ser facilmente reproduzido a um baixo custo e é facilmente integrado a qualquer campanha pelo diabetes.

A Escolha da Forma
Os círculos estão sempre presentes na natureza e têm sido usados como símbolo desde os primórdios da civilização. O significado do círculo é extremamente positivo. Em várias culturas, simboliza a vida, a mãe terra e a saúde. Nesta campanha, ele simboliza a união. A comunidade global de diabetes se juntou para dar apoio à Resolução das Nações Unidas sobre Diabetes. Nossas forças unidas foram a chave para fazer essa campanha tão especial.

A Escolha da Cor
O azul representa o céu e é a mesma cor da bandeira das Nações Unidas, que representa também a união entre os países. É a única entidade que pôde apelar aos governos de todos os lugares que era hora de reverter a epidemia global de diabetes, que ameaça o avanço econômico e que causa tanto sofrimento.

Uso do Símbolo
A IDF preocupada com o uso correto da logomarca do Dia Mundial do Diabetes, disponibilizou um Manual de Uso e também opção em 60 idiomas (inclusive em português) para facilitar os interessados no uso do material. O uso é livre.

Principais características da criança até 5 anos de idade e de seu desenvolvimento


Mostramos abaixo um resumo das principais características do desenvolvimento da criança nos seus primeiros anos de vida.

As características mostradas são as mais comuns para cada faixa etária. É normal que a criança apresente um ou outro aspecto adiantado ou atrasado em relação à tabela de desenvolvimento, e isto vai depender essencialmente dos estímulos que a criança recebe no seu dia a dia, por isto, é imprescindível que os pais saibam como estimular seus filhos e também que o desenvolvimento da criança seja acompanhado pelo pediatra e/ou profissionais especializados.

0 a 3 meses

No primeiro mês, reage perante barulhos muito altos e pode se assustar com barulho inesperado.

Passa boa parte do tempo dormindo.

Seu sistema visual é limitado, portanto só enxerga algum objeto ou alguém se estiver bem próximo a ele.

No 2º ao 3º mês, o bebê já começa a acompanhar objetos e pessoas com os olhos e reconhece os pais.

Abre e fecha as mãos, leva-as à boca e suga os dedos.

Segura objetos com firmeza por certo tempo e consegue pegar objetos suspensos.
Desenvolve um tipo diferente de choro para cada problema que se apresenta, como por exemplo, o constante e agudo.

Com brincadeiras e músicas o bebê fica agitado, realizando movimentos de pernas, braços, sorri e dá gritinhos. Quando ouve a voz dos pais, o bebê vira a cabeça.

Comunica-se através do choro e ruídos. Imita alguns sons de vogal.

Nesta fase, é importante organizar a rotina do bebê, tornando os horários das atividades fixos, como por exemplo, trocar a fralda depois da mamada ou dar banho todos os dias na mesma hora.

É importante que a rotina seja de forma razoavelmente metódica.


4 a 7 meses


Fica na postura de bruços e se apóia nos antebraços quando quer ver o que está acontecendo ao seu redor.

Rola de um lado para o outro.

Estende a mão para alcançar o objeto que deseja, transfere-o de uma mão para outra e coloca-o na boca.

Apresenta equilíbrio quando colocado sentado. Ri quando algo o agrada e quando o desagrada mostra raiva através da expressão facial.

Nesta fase, alguns bebês podem demonstrar medo perante pessoas estranhas.

Fica repetindo os seus próprios sons e imita as vozes das pessoas ao seu redor Movimenta a cabeça na direção do som escutado.
Pára de chorar ao ouvir música.

Sorri quando quer atenção do adulto.

Formação do conceito de causa e efeito no momento em que está explorando um brinquedo.

Olha, chacoalha, e atira objetos ao chão.


8 a 11 meses

Engatinha e senta sem apoio.

Consegue ficar em pé com apoio.

Aponta para objetos ou pessoas.

Pega pequenos objetos com o indicador e o polegar Demonstrar raiva quando não é o centro das atenções.

Reconhece sua imagem no espelho e reage com euforia.

Reclama quando é contrariado. Localiza a fonte sonora.

Bate palmas, joga beijo e entende quando lhe dizem tchau.

Começa a compreende o significado de alguns gestos.

Balança a cabeça quando não quer alguma coisa.

Fase do treino com monossílabos do tipo: “ma-ma”, “da-da”, “ne-ne”.


1 a 2 anos

Anda sem apoio.

Com 1 ano e 6 meses pode começar a correr, subir em móveis e ficar nas pontas dos pés sem apoio.

Vira páginas de um livro ou revistas (várias ao mesmo tempo).

Gosta de rabiscar no papel.

Sabe quando uma ilustração está de cabeça para baixo. Mostra senso de humor.

Nesta fase, o bebê ainda não compreende as regras, contudo chora quando leva uma bronca e sorri quando é o centro das atenções ou quando é elogiado.

Quando está bravo, pode atirar objetos ou brinquedos.

É possessivo. Prefere não compartilhar brinquedos com as outras crianças. Reconhece o próprio nome.

A partir dos 18 meses começa a criar frases curtas.

A criança começa a formar frases com uma palavra só, tipo “nenê-papá, nenê-naná”, mas até o término do ano constrói frases de até três palavras como: “quer ver tevê”.

Esta é a fase das perguntas: “que é isso?”

Usa o próprio nome.

Reconhece as partes do seu corpo e de outras pessoas.

Apresenta atenção para histórias pequenas.
Ações que realiza Como Reage Como se comunica
2 a 3 anos Tira os sapatos.

Chuta bola sem perder o equilíbrio.

Gosta de dançar, consegue acompanhar o ritmo da música batendo palmas.

Nesta fase a criança está pronta para abandonar o uso das fraldas. Apresenta percepção de quem é.

Mexe em tudo e faz mal criação, testa a autoridade.

Tenta impor suas vontades.

Prefere companhia para brincar.

Gosta de participar dos serviços de casa, como por exemplo arrumar a mesa do jantar. As frases vão aumentando e surge o plural.

As crianças nesta fase tem uma ótima compreensão, entendem tudo que é dito em sua volta.

Pergunta: "cadê", "O que", "onde".

Fala de si mesma na 3a. pessoa.

Chama familiares próximos pelo nome.



3 a 4 anos

Consegue colocar suas roupas e tirá-las sem ajuda de um adulto.

Gosta de desenhar.

Nesta fase já consegue segurar um lápis na posição correta.

Consegue pedalar. Brinca com as outras crianças.

Apresenta interesse pelos sentimentos das pessoas que estão ao seu redor, por exemplo, se perceber que seu pai está triste, procura confortá-lo. Constrói frases com até seis palavras, sobre o dia a dia, situações reais e pessoas próximas.

Compreende a existência de regras gramaticais e tenta usá-las.

É comum a troca do '"r" pelo "l", a qual acaba por volta dos 3 anos e 6 meses.

Compreende os conceitos de igual e diferente.

É capaz de separar os brinquedos por tamanho e cor.

Lembra e conta histórias.


4 a 5 anos

Consegue usar a tesoura, corta papel.

Maior domínio no uso de talheres.

Consegue pegar a bola com as duas mãos quando está em movimento. Está mais sociável com as outras crianças.

Se sente grande perto das crianças menores.

Sente vontade de tomar as suas próprias decisões. Nesta fase o vocabulário da criança aumentou bastante, já fala muitas palavras.

Expressa seus sentimentos e emprega verbos como “pensar” e “lembrar”.

Também fala de coisas ausentes e usa palavras de ligação entre as sentenças, como por exemplo: “e então”, “porque”, “mas”, etc.

Gosta de inventar e contar as próprias histórias.

Consegue identificar algumas letras do alfabeto e números.

Fonte: Estimulando.com.br

Como lidar com a mentira na infância?






Inspirados na cara-de-pau com que o personagem infantil Pinóquio contava suas mentirinhas, enquanto o nariz esticava, dois psicólogos americanos divulgaram os resultados de uma pesquisa que avalia como as crianças tendem a misturar realidade e fantasia, um tema que sempre preocupou pais e educadores. Um grupo de 114 garotos e garotas de várias cidades do

Estado de Michigan, em idade pré-escolar, submeteu-se a um teste dividido em três etapas. Na primeira, cada um deles foi colocado numa sala com um homem apresentado como senhor Ciência, que fazia divertidas experiências de laboratório. Os pesquisadores produziram, então, um relato por escrito do que se passara, acrescentando detalhes fictícios: duas experiências que o senhor Ciência não havia feito e um suposto machucado causado na barriga da criança, quando ele tentava afixar uma identificação. Passados três meses, veio a segunda etapa. Os pais leram para os filhos a história com as modificações. Finalmente, depois de decorrido outro mês, os psicólogos pediram para que os pequenos contassem o que acontecera no encontro com o senhor Ciência. Nada menos que quarenta crianças (35% do total) citaram espontaneamente no mínimo um dos eventos fictícios como se eles tivessem sido de fato vivenciados. O episódio da barriga, por exemplo, foi descrito por dezessete dentre os participantes da pesquisa. "Os relat

os infantis passaram bem longe da exatidão", constataram os pesquisadores Debra Poole e Stephen Lindsay, das universidades de Michigan e Victoria, interessados em evitar que crianças tenham seus depoimentos tomados como decisivos em julgamentos nos tribunais americanos.

Psicólogos de diferentes correntes concordam que a confusão entre fantasia e realidade é normal e faz parte de uma fase crucial do desenvolvimento, entre os 3 e os 7 anos de idade, mas alertam para a necessidade de que os pais combatam as mentiras deliberadas e arquitetadas pela criança para se livrar de alguma responsabilidade ou levar outro tipo de vantagem. A principal dificuldade da família é identificar quando os filhos estão de fato falando a verdade ou quando estão dando asas à imaginação. A melhor reação ao ouvir uma história cabeluda da boca da criança é não acreditar em tudo nem duvidar completamente. É preciso cautela para filtrar

a realidade, tarefa que requer conversa paciente e boa dose de habilidade. Ela pode dizer que apanhou da professora no colégio, mas talvez tenha apenas ficado impressionada com uma bronca.

"Os pais só devem se preocupar quando a criança tiver o objetivo claro de fugir da realidade e não enfrentar determinadas situações", diz a psicóloga Magdalena Ramos, coordenadora do Núcleo de Casal e Família da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. O ideal é ficar no meio-termo, já que o excesso de fantasia pode revelar egocentrismo elevado e o oposto indica amadurecimento precoce. Na idade pré-escolar, as crianças aprendem a usar símbolos – trocam um objeto por outro, uma palavra por outra. "Se alguém fala sobre o Sol e a Lua e a criança imagina que o Sol é o pai e a Lua é a mãe, aquilo se torna uma verdade para ela", exemplifica o psiquiatra e psicólogo Haim Grunspun, que há três décadas mantém em São Paulo um consultório especializ

ado em crianças. Só mais tarde, por volta dos 7 anos, meninos e meninas começam a trocar a simbolização pura pela compreensão de uma linguagem mais elaborada. Ele ressalta que as crianças não são sempre boazinhas e muitas vezes mentem de propósito, com o objetivo de prejudicar alguém, especialmente se estão vivendo um momento difícil, como a separação dos pais. Podem, por exemplo, inventar que o novo namorado da mãe a agrediu, só para provocar reação do pai – uma tentativa ingênua de vê-los novamente juntos.

Numa idade mais avançada, ali pelos 10 anos, o emprego bastante freqüente de histórias fantasiosas, entretanto, pode revelar problema sério e ser diagnosticado como mitomania, a tendência doentia a mentir. Um dos indícios é a permanência do "amigo imaginário", uma criação típica da faixa pré-escolar que tende a desaparecer com o convívio com outras cria

nças. Distúrbio similar é a síndrome de Munchausen, em que a criança finge doenças para chamar a atenção. "Percebemos a síndrome quando a criança começa a reclamar de dores sem explicação neurológica, como formigamento ao redor dos pulsos", exemplifica Grunspun. A criança também costuma chorar sem motivo. O tratamento da mitomania em consultório, depois de diagnosticada por meio de testes psicológicos, costuma prolongar-se por até dois anos e é feito com base na observação lúdica, ou seja, o psicólogo vê como a cria

nça age livremente ao brincar, desenhar ou simplesmente conversar e a corrige gradualmente. A missão é deixar evidente a separação entre o mundo de verdade e o reino da imaginação, algo difícil de compreender para a criança que desenvolveu essa patolo

gia. Contudo, na imensa maioria das vezes, a "imaginação fértil" da garotada indica um crescimento saudável, mas que exige a atenção de sempre. "Um menino sadio não sai voando pela janela achando que é o Super-Homem, mas nenhum pai deve deixá-la aberta

esperando que isso não aconteça", alerta Leila Cury Tardivo, do departamento de psicologia clínica da Universidade de São Paulo.



Fonte: Veja Online

Autor: Maurício Oliveira

A inclusão das crianças de 06 anos no Ensino Fundamental: baixe o Manual Instrucional aqui.




A inclusão das crianças de seis anos noEnsino Fundamental
amplia a escolarização
para uma parcela significativa da população
brasileira que se encontrava, até então,
privada da educação escolar ou sem garantia
de vagas nas instituições públicas de ensino.
Como único nível de ensino de matrícula obrigatória
no País, o Ensino Fundamental, ao ter
sua duração ampliada de oito para nove anos,
traz para a escola um grupo de crianças que,
ao serem introduzidas nessas instituições,
entram em contato com uma cultura da qual
devem se apropriar. É importante também
considerar que, ainda que algumas das
crianças de seis anos já frequentassem
instituições pré-escolares, a entrada desse
segmento no Ensino Fundamental impõe
novos desafios, sobretudo pedagógicos,
para a área educacional. Como se sabe,
mesmo admitindo a expansão das vagas
como condição fundamental para a garantia
do direito à educação, é no âmbito das
práticas pedagógicas que a instituição educativa
pode tornar-se ela mesma expressão ou
não desse direito. Para que esse direito se
cumpra, portanto, e para que se configure
como promotor de novos direitos, o acesso
das crianças às instituições educativas e
sua permanência nelas devem consolidar-se
como direito ao conhecimento, à formação
integral do ser humano e à participação no
processo de construção de novos conhecimentos.
A construção dessa prática educativa
deve ter a criança como eixo do processo
e levar em conta as diferentes dimensões de
sua formação.
Nesta publicação, sem ignorarmos a
relevância das demais dimensões, discutiremos
uma delas, que, por seu caráter
complexo, multifacetado e precursor,
cumpre um papel fundamental na garantia
do direito à educação: o desenvolvimento
da linguagem escrita.




Provas da OBMEP - Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas - resolvidas!


Apresentação

A OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS (OBMEP) é um projeto que vem criando um ambiente estimulante para o estudo da Matemática entre alunos e professores de todo o país.

Voltada para a escola pública, seus estudantes e professores, a OBMEP tem o compromisso de afirmar a excelência como valor maior no ensino público. Suas atividades vêm mostrando a importância da Matemática para o futuro dos jovens e para o desenvolvimento do Brasil.

Dentre as realizações da OBMEP destacam-se:

  • a produção e distribuição de material didático de qualidade, também disponível neste site;
  • o Estágio dos Professores Premiados, um momento de reconhecimento à competência e dedicação desses profissionais em um ambiente de estudo estimulante e enriquecedor. Realizada nas edições 2005-06-07-08 da OBMEP, a atividade passa por uma reformulação e um novo modelo deverá ser implementado nos próximos anos;
  • o Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC), para os medalhistas da OBMEP estudarem Matemática por 1 ano, com bolsa de estudos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq);
  • o Programa de Iniciação Científica – Mestrado (PICME), para medalhistas da OBMEP que estejam cursando graduação com bolsas do CNPq (IC) e CAPES (Mestrado);
  • a Preparação Especial para Competições Internacionais (PECI). Direcionada a aproximadamente 30 medalhistas de ouro selecionados pela excepcionalidade de seus talentos para a matemática, esta atividade visa prepará-los para participação de competições internacionais na área;
  • a mobilização de Coordenadores Regionais para a realização de atividades como seminários com professores, cerimônias de premiação e encontros com diretores de escolas;
  • os encontros dos Medalhistas de Ouro da OBMEP, uma semana com muita Matemática e diversão, e uma ótima oportunidade para fazer amigos que também gostam de Matemática;


Provas para baixar - com solução:


OBMEP 2010:

OBMEP 2009:


OBMEP 2008:

1ª Fase

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2ª Fase

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OBMEP 2007:

1ª Fase

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2ª Fase

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OBMEP 2006:

1ª Fase

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2ª Fase

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OBMEP 2005:

1ª Fase

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2ª Fase

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