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Pulseira feita de material reciclado!

Fiz esta pulseira utilizando: jornal, cola, tintas, rolo de papelão que vem com o durex grande. Às vezes os professores jogam esse material no lixo e no dia das mães não encontram meios de presentear a mamãe. Lembrando que em algumas escolas não é possível pedir auxílio financeiro e o professor não consegue arcar com as despesas. Se durante todo o ano letivo a escola separar uma caixa para que todos coloquem os rolos de durex vazios, no mês de Maio será possível fazer muitas pulseiras para presentear as mamães. Pode-se colocar em saquinhos, criar uma etiqueta personalizada pela turma durante a aula de Informática, etc. Se você fizer as pulseiras e desejar enviar as fotos, ficaremos gratos! Espero que a idéia seja útil! Liza

  • Rasgue o jornal em quadrados pequenos e vá colando em todo o rolo de papelão que servia de suporte ao adesivo durex.


  • Quando estiver totalmente forrado, passe cola em todo ele e deixe secar. Em seguida, você já terá a base da pulseira pronta. Para enfeitá-la você poderá criar mil e uma maneiras, seja com miçangas, sementes, tinta, etc.
  • Esta eu fiz passando uma camada de tinta branca e deixando secar. Em seguida, fiz algumas borboletas coloridas.

  • Como eu tinha um par de brincos de borboleta quebrados, utilizei as borboletinhas, colando-as na frente da pulseira. Pronto!
  • É uma excelente idéia deixar que cada aluno faça as pulseiras de sua mãe. Ele irá valorizar muito o fato de estar fazendo algo especial para ela e a mamãe também irá gostar, com certeza!

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Como transformar folhas de revista em bijuterias!

Que tal uma idéia verdinha?



     A partir de agora, postaremos milhares de idéias que você poderá colocar em prática nestas férias!
     Pode ser apenas diversão, ou você pode vender as suas criações! Fato é que será uma delícia permitir que a sua criatividade ajude a manter o mundo mais verde, mais azul, mais colorido!



Encontrei neste site o passo a passo para transformar folhas de revista em belas peças de bijuterias. Além de proteger o meio-ambiente, você poderá vendê-las. A partir deste modelo, você pode criar milhares!

O que você precisa:
  • papéis coloridos usados: revistas, papéis de presente, etc.
  • régua
  • lápis
  • tesoura
  • cola branca
  • linha ou fio de nylon
  • agulha grande
Etapas

1. Numa folha de revista ou papel de presente, desenhe com o lápis triângulos de 3 cm de base e pelo menos 6 cm de altura.
2. Corte os triângulos de papel. Para fazer um colar curto, você precisa de 15 triângulos.
3. Enrole cada triângulo utilizando a agulha como apoio.
4. Cole a ponta do triângulo com cola branca. Retire a agulha e pronto: está formada a pérola.
5. Depois de prontas, junte as pérolas com uma linha ou fio de nylon.
Dicas
  • Use verniz incolor ou cola branca diluída em água para impermeabilizar as pérolas.
  • Faça colares de várias voltas.
  • Experimente papéis com coloridos diferentes e faça proveito dos vários padrões que podem surgir.
  • Intercale contas e miçangas entre as pérolas.
  • Faça conjuntos de colares e pulseiras.
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Catástrofe, desabamentos, enchentes... Até quando?

 Esta imagem pertence a ig.com


Este texto foi escrito quando conseguimos sair de Nova Friburgo esta semana e ainda sob os efeitos das visões terríveis, pelo caminho. Infelizmente, gostaríamos de nunca ter visto coisa
parecida. Gostaria de compartilhá-lo, apenas para que sirva de incentivo a todos os que desejam ajudar, procurando postos de doação espalhados pelo país. Durante o percurso, tive todo o tempo a sensação de que estava num filme, e o que escrevi não é de fato puramente poético ou tentativa de rima, é real. Tive a nítida sensação de que não estava acontecendo e isso me incomodou, pois me considero uma pessoa capaz de enxergar a verdade à minha frente. Peço que colaborem, a situação é realmente grave. Considero natural a sensação de irrealidade, visto que nunca presenciei tais acontecimentos. Precisamos pedir a Deus por aquelas vidas. Liza



A catástofre é naturalmente natural na TV,
De preferência num quintal distante da nossa janela.
É inimiga do abraço.
Do olhar cativo.
Boa, se a olho de cima.
Se a distância existente entre nós dois me permite tal feito.
Segura, rio na cara da catástrofe.
Mas quando ela se arrasta, rapidamente lenta e pegajosa,
com tudo e todos atrás de si,
Então deixa de ser espetáculo
E passa a ser filme.
De que gênero dependerá da natureza do espectador:
aventura, comédia, terror...
Pode ser de tantos gêneros, Deus meu!
Gostaria que fosse sempre filme de terror
independente de passar ou não na tela da nossa janela,
No fundo dos nossos quintais,
Arrancasse ou não nossos varais.
Gostaria que a catástrofe fosse catastrófica todos os dias.
E que a pudéssemos antever.
Porque ainda não consigo imaginar um pulmão
respirando terra
e continuar respirando naturalmente,
sem a incômoda sensação.
De preferência, Deus meu,
que a sensação fosse de ser real!
Que não houvesse toda aquela sincronia
Nem curiosos olhares incompatíveis com a cena.
E a curiosidade humana fosse guardada
Para a cura da aids.
Para a invenção revolucionária.
Para aquele espetáculo macabro, não!
De preferência, que eu pudesse reorganizar as cenas
e fazer com que elas fossem passado e no passado,
ainda a pudéssemos evitar.
De preferência que eu conseguisse enxergar,
mas fecho ainda os olhos para não ver,
Porque a dor ainda me dilacera.
E sinto-me assim, como se numa imensa, grandiosa
tela de Dalí.
Porque ainda não consigo achar que foi real?
Ainda sou egoísta ao ponto de achar que foi um pesadelo?
Não foi para quem partiu.
Sei que as cenas se sucedem de relance
e não mais que num instante são milhares de estilhaços
diante do meu coração,
Prestes a parti-lo de tal modo que prefiro me afastar e desaparecer?
Seria bom, seria tão bom que tivesse sido apenas sonho, pesadelo,
filme de terror.
Para mim e para eles.
Não precisaríamos sentir.
Por que sentir precisa ser sempre tão carne viva?
Sou tão inútil.
Somos todos tão inúteis.
Nosso socorro chega sempre tão atrasado...
Resta aprendermos a entregar.
A entrega absoluta,
Aquela que não ensaiamos nunca.
Do fechar os olhos e dizer: Estive aqui, isso me foi suficiente.
Despeço-me com honradez.
Essa é mais uma das cenas que não aprendemos a suportar.
Mãe-natureza, que preço alto!
Bom seria que fosse apenas um filme.
Fosse qual fosse o gênero de mau gosto.
Liza (Profª Elizabeth)
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Alfabeto do Sítio do Picapau Amarelo!

Este é o alfabeto do Sítio do Picapau Amarelo. Estou montando devagar e postarei aos poucos. Aceito sugestões!Pode ser utilizado para que a identificação das letras aconteça de forma lúdica e mesmo durante as férias, com estórias, brincadeiras, música! Mas também pode ser utilizado pelo professor como jogo da memória, inspiração para criação de estórias pela turminha, cartazes para sala de aula, ou como a imaginação preferir! É sempre bom relembrar a obra do grande Monteiro Lobato e poder levá-la, ainda nos dias de hoje, a nossas crianças. Liza


- Agradeço a sugestão!! Montei o cartaz da cuca na letra c e ficou mesmo bem legal!! BjoO. Liza

























Fontes de Pesquisa:
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Quem foi Monteiro Lobato?

MONTEIRO LOBATO

Um homem movido a paixões: Paixão pelas crianças, paixão pelo Brasil, paixão pela comunicação.

"A Lobato deve muito o Brasil. Em primeiro lugar o exemplo magnífico e raro do intelectual que não se vende e não se aluga, não se coloca a serviço dos poderosos ou dos sabidos. Depois, foi ele um homem de ação e um descobridor. Devem-se a ele a campanha do livro e a campanha do petróleo. Foi ele o criador da nossa literatura infantil"
(Oswald de Andrade)

"Monteiro Lobato pertencia a essa rara família de profetas e poetas, que condensam, de súbito, para um momento e um povo, a sua própria essência espiritual."
(Anísio Teixeira)


Fonte do texto:

Se Lobato estivesse vivo seria um grande interneteiro. Estaria aproveitando ao máximo a interatividade, a possibilidade de diálogo, a capacidade de reunir gente oferecida pela rede mundial. Monteiro Lobato não podia viver sem estar se comunicando com as pessoas, principalmente com as crianças. Sua obras incitam ao diálogo e à busca de parceiros para as brincadeiras. Quando escrevia em jornais, fazia questionários e pedia a opinião de seus leitores. Mais da metade de seus livros Monteiro Lobato escreveu para o público infanto juvenil, com a intenção de ajudar na formação intelectual e moral da nossa juventude. Há pelo menos três gerações de brasileiros que se desenvolveram sob a influência de suas obras e de seu pensamento.
A outra parte de sua obra é basicamente política, como política era também sua militância intensa como jornalista e editor. Era política porque mostrava sua grande preocupação com a situação de nosso povo e seu engajamento nas lutas por mudanças na sociedade brasileira. Consequência dessa luta sofreu as agruras das prisões e da perseguição.
Toda sua vida e seu trabalho estiveram dedicados à luta pela preservação dos valores culturais e das riquezas naturais da Nação. Foi pioneiro na luta pela preservação de nossas florestas, de nossos índios e de nossos bichos.
AUTOBIOGRAFIA:
Nasceu em Taubaté, aos 18 de abril de ... 1884 (na verdade 1882). Mamou até 87. Falou tarde, e ouviu pela primeira vez, aos 5 anos, um célebre ditado: "Cavalo pangaré/Mulher que ... em pé/Gente de Taubaté/ Dominus libera mé".
Concordou.
Depois, teve caxumba aos 9 anos. Sarampo aos 10. Tosse comprida aos 11. Primeiras espinhas aos 15.
Gostava de livros. Leu o Carlos Magno e os doze pares de França, o Robinson Crusoé, e todo o Júlio Verne.
Metido em colégio, foi um aluno nem bom nem mau - apagado. Tomou bomba em exame de português, dada pelo Freire. Insistiu. Formou-se em Direito, com um simplesmente no 4º ano - merecidíssimo. Foi promotor em Areias, mas não promover coisa nenhuma. Não tinha jeito para a chicana e abandonou o anel de rubi (que nunca usou no dedo, aliás).
Fez-se fazendeiro. Gramou café a 4,200 a arroba e feijão a 4.000 o alqueire.
Convenceu-se a tempo que isso de ser produtor é sinônimo de ser imbecil e mudou de classe. Passou ao paraíso dos intermediários. Fez-se negociante, matriculadíssimo. Começou editando a si próprio e acabou editando aos outros.
Escreveu umas tantas lorotas que se vendem - Urupês, gênero de grande saída, Cidades mortas, Idéias de Jeca Tatu, subprodutos, Problema vital, Negrinha, Narizinho. Pretente publicar ainda um romance sensacional que começa por um tiro:
- Pum! E o infame cai redondamente morto...
Nesse romance introduzirá uma novidade de grande alcance, qual seja, a de suprimir todos os pedaços que o leitor pula.
Particularidades: não faz nem entende de versos, nem tentou o raid a Buenos Aires.
Físico: lindo!
Monteiro Lobato
A Novela Semanal, São Paulo, nº 1, 2 de maio 1921
_______


Monteiro Lobato foi uma criança diferente dos outros garotos de sua geração. A cara enfiada nos livros e os olhos brilhantes a enxergar para muito além da janela do quarto denunciava uma mente irriquieta e fértil imaginação. Seu espaço preferido era a biblioteca do Visconde, na casa da Rua XV de Novembro em Taubaté, onde passava horas folhando revistas ilustradas e aventurando-se nos clássicos da literatura. Mas nem por isso deixou de participar da vida da fazenda, nem de conviver com a população interiorana, seus costumes e suas crenças.

"A criança é um ser onde a imaginação predomina em absoluto", defendia. "O meio de interessá-la é falar-lhe à imaginação". "Escrever para crianças! - exclamou em resposta a um repórter – é admirável... Elas não têm malícia, aceitam tudo, tudo compreendem ".
Captando a lógica e a estrutura do pensamento infantil, Lobato falava não para elas, mas como e no lugar delas. Por isso, pelas suas mãos o aprendizado virava brincadeira séria e as lições escolares mais difíceis – em geral ministradas através de métodos e mestres antiquados – ficavam claras e acessíveis.
Misturando sonho e realidade, Lobato conquistava os pequenos fãs, que logo passavam a dividir com ele o universo em que tudo era possível – bastava usar um pouco de imaginação. Ingrediente que não faltava nas centenas de cartas remetidas por crianças de todas as idades e de todos os cantos do País.
Recebia montanhas de cartas e respondia a todas, tratando as crianças como interlocutores competentes. Não se esquivava de discutir temas como saúde, religião ou política. Além disso estimulava a atividade literária dos seus leitores, encorajando-os a desenvolver enredos e histórias, ou analisando criticamente sua produção.

De 1920 a 1947 lançou 22 títulos que até hoje continuam a ser editados:
Ficção
  • Reinações de Narizinho
  • Viagem ao Céu
  • O Saci
  • As Caçadas de Pedrinho
  • Memórias de Emília
  • O Poço do Visconde
  • O Picapau Amarelo
  • A Reforma da Natureza
  • O Minotauro
  • A Chave do Tamanho
  • Os 12 Trabalhos de Hércules
Paradidáticos
  • História do Mundo para Crianças
  • Emília no País da Gramática
  • Aritmética da Emília
  • Geografia de Dona Benta
  • Serões de Dona Benta
  • História das Invenções
Adaptações
  • Hans Staden
  • Peter Pan
  • Don Quixote das Crianças
  • Histórias de Tia Nastácia
  • Fábulas


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Toda obra literária de Monteiro Lobato tem uma forte conotação política. Mesmo naquelas de pura fábula, é política a intenção e a motivação do autor. Como jornalista e como editor todo seu trabalho foi pautado por sua vocação político-libertária. Sem filiar-se oficialmente a organizações ou partidos políticos, Lobato sempre esteve presente nos debates sobre os problemas nacionais e nunca deixou de opinar sobre os assuntos que afetavam a vida do País.
Sua idéia de Brasil nação instiga seu inconformismo com o desenraizamento cultural. Ataca os modismos importados que nada têm a ver com a realidade e propugna pelo resgate do elemento nativo brasileiro de rica tradição. Nessa mesma linha denuncia a agressão que se faz ao nosso idioma adotando vocábulos estrangeiros por simples espírito de imitação.
Para Lobato, o atraso do país só seria superado pelo trabalho racional e aposta na modernização. Sua luta pela adoção de processo científicos em todos os níveis da atividade humana encontrou a síntese em Henry Ford que ele traduz em seu personagem Mr. Slang, que rebate as críticas dos céticos que culpam a índole do povo pelo atraso do país.

Ferro e petróleo
Certo de que transformaria seu país em uma nação produtiva, eficiente e rica, Monteiro Lobato abandona temporariamente a literatura e a atividade de editor e livreiro, a que se havia dedicado consciente da importância do poder da comunicação, para vivenciar experiências no mundo da indústria e dos negócios.

"O solo, a superfície, apenas permite a subsistência. O enriquecimento vem de baixo. Vem do subsolo". Entretanto, não bastava explorar as riquezas. Era preciso que o país usufruísse delas. Trabalha para iniciar a produção do ferro com metodologia moderna recém patenteada nos Estados Unidos, utilizando recursos naturais disponíveis no País, tais como a palha do café e o xisto betuminoso.


No dia 20 de março de 1941 é preso subitamente em São Paulo, segundo a agência norte-americana Overseas News Agency, "vítima de intensa campanha de militares brasileiros e outros elementos pró-nazismo, que combatem os elementos democráticos e anglófilos do país".
Impedido de receber visitas, conversar com outros detentos ou tomar sol no pátio, conta em carta a Purezinha, sua esposa, a vida em prisão. "É a gente sozinho com o pensamento, e nunca o pensamento trabalha tanto. Mas de tanto trabalhar acaba girando num círculo". (Leia a íntegra desta carta). Última peça do inquérito policial, o relatório encerrado em 1º de fevereiro, salienta que "ficou provado à saciedade que o dr. José Bento Monteiro Lobato ... procura com notável persistência desmoralizar o Conselho Nacional do Petróleo, sem contudo apresentar qualquer prova de suas acusações ".
Em 1950, inspirados no exemplo de Monteiro Lobato, os partidos políticos de esquerda e os movimentos sociais lançam a campanha de rua em defesa do Petróleo. A campanha "O Petróleo é nosso", empolga o país e servirá de pretexto para que o Congresso Nacional aprove a legislação sobre o Petróleo que, na última hora, recebeu uma emenda que criou o monopólio da Petrobrás.
Monteiro Lobato nunca escondeu sua paixão pela pintura. Se não lhe foi possível seguir a carreira de artista plástico, tampouco deu para abafar o impulso criativo que despontou à frente da vocação literária, antecedendo, inclusive, o domínio da própria linguagem.

Desistindo de uma arte, caiu nos braços de outra. Fez-se escritor, em uma transposição vocacional que se reflete por toda sua obra.
Quando ponderava sobre sua vocação artística, Lobato admitia uma espécie de saudade do que poderia ter sido, se houvesse optado pela pintura. "No fundo não sou literato, sou pintor. Nasci pintor, mas como nunca peguei nos pincéis a sério ... arranjei este derivativo de literatura, e nada mais tenho feito senão pintar com palavras. Minha impressão dominante é puramente visual".

Vida e obra de Monteiro Lobato
1882 – 1948
Nesta cronologia estão registrados fatos relevantes da trajetória de Monteiro Lobato - ao lado de eventos ocorridos no Brasil e no mundo - entre 1882 e 1948. As citações entre aspas, salvo quando indicada outra fonte, referem-se às cartas de Lobato para o amigo Godofredo Rangel, seu correspondente por mais de 40 anos, compiladas em A barca de Gleyre. Para facilitar a consulta, os fatos foram aglutinados por períodos. Na tabela abaixo escolhe a fase da vida de Lobato que quer conhecer.


Para ver o texto completo, visite o site:




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Brincando de recortar e colar também se aprende!


Procurando algo do gênero, encontrei vários modelos e moldes de Meios de Transporte interessantes para a garotada recortar e montar. Além de divertida, é uma tarefa educativa! Observe o modelo do 14-bis, o primeiro avião, inventado por Alberto Santos Dumont:



Acompanhe as instruções de montagem no link abaixo. Além de proporcionar momentos interessantes, desenvolver atenção, destreza, habilidade manual e percepção visual, a criança pode ser incentivada a criar seus próprios modelos e moldes. Fotografar as instruções de montagem pode ser uma interessante atividade, assim como catalogar as fotografias, montar cartazes para mostrar aos amigos como fazer, etc. Um intercâmbio entre amigos, onde cada um exiba o passo a passo, o molde e o modelo pronto que criou também pode ser uma atividade deliciosa para os pequenos.



No site, há uma galeria de modelos disponíveis. Vale a pena passear por lá e conferir cada um! Você pode montar diversos modelos interessantes!





Fonte: no site Recortecole

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